Pára-choque ou parachoque?

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Olá muito bom dia! São duas da Manhã!
Muito obrigado mais uma vez por visitar o Blog “Carroceiros” de Plantão para falarmos sobre carrocerias automotivas.
Começamos abrindo um parênteses para falarmos das versões do Blog “Carroceiros” de Plantão em Espanhol e em Inglês que estamos colocando na rede. Para quem costuma verificar a lista de links, já deve ter percebido que os mesmos já estão disponíveis.
Minha esposa já vinha sugerindo á um bom tempo que eu fizesse pelo menos a versão em inglês, seria bom para que eu treinasse a língua e talvez mais pessoas tivessem acesso, eu como bom marido, achei que ainda não era o momento, mas depois de receber alguns e-mails da África do Sul, Rússia, Republica Tcheca e de verificar que haviam vários visitantes da América Latina e também Espanha, então resolvi lançar as duas versões.
Azar o meu! Perdi a chance de fazer um agrado para a esposa!
Espero que as duas versões agradem tanto quanto o Blog “Carroceiros” de Plantão original, vou fazer o máximo para que tenha a mesma qualidade e que os três evoluam juntos.

E hoje vamos falar de Pára-choques.
Uma das peças de automóvel mais freqüentemente vigiadas e alisadas pelos motoristas descuidados (ou cuidadosos de mais) é o Pára-choque. O Pára-choque é projetado para proteger as seções frontais e traseiras da carroceria, quando o veículo sofre um crash dianteiro ou traseiro de baixa velocidade (cerca de 4km/h), os dois tipos mais comuns de acidentes nas cidade de transito caótico como São Paulo.
Isso faz com que também seja uma das peças mais comumente trocadas.
Tecnicamente falando, essas peças são projetadas para absorver a energia de impacto sem grandes danos. Quando isso acontece, a superfície do pára-choque plástico deforma-se e depois volta á forma original, sem haver a necessidade de uma reparação.
Originalmente os Pára-choques eram construídos em aço e parafusados á carroceria mas isso não trazia nenhuma segurança aos ocupantes dos veículos pois a força de impacto sequer era absolvida.
Por volta de 1973, o NHTSA, órgão americano responsável pela segurança no trânsito, baixou norma exigindo o mínimo de segurança nestes casos.
Inicialmente era exigido que os veículos resistissem á um crash frontal de 5MPH ( milhas por hora) (8Km/h) e á um crash traseiro de 2,5MPH (4Km/h), depois foi exigido que tanto crash frontal como traseiro fossem de 5MPH (8Km/h) e depois de muita insistência das Montadoras americanas essa velocidade baixou para 2,5MPH (4Km/h) o que permitiu também a utilização de materiais menos pesados.


As montadora passaram então á utilizar elementos de plástico deformável utilizando sistemas de abosrção de choque e energia que pode ser feito em espuma, isopor, fibra de vidro ou alumínio.
Embora Pára-choques mais pesados tendam a ser mais fortes, não há uma correlação direta entre o peso e a força absolvida. Alguns Pára-choques de construção leve se saíram muito melhor nos testes do que os Pára-choques mais pesados.
Em muitas jurisdições, os Pára-choques devem atender algumas exigências legais por razões de segurança. A altura e a colocação dos Pára-choques podem legalmente ser especificados também, para assegurar que quando os veículos de alturas diferentes estão envolvidos em um acidente, que o veículo menor não deslize sob o veículo maior.
Muitos carros vêm agora com dispositivos eletrônicos que podem detectar a distância aos carros e obstáculos próximos, durante o estacionamento e a advertir quando na colisão iminente.
Terminamos aqui a nossa postagem e espero que todos tenham gostado do assunto abordado.

Aproveitem bem o seu final de semana com sua família e com quem lhe faz bem.

Um abraço!
O Especialista


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